sexta-feira, 22 de julho de 2011

Monólogo...


Não dispenso nenhuma hipótese...
Por isso me apaixono por tudo que faço, me preencho em alegria quando algo da certo. Mergulho entre milhares de histórias, que no final fazem sentido.
Organizo idéias e condições, assim do vida a cada personagem, e na cabeça de quem vê tudo tem uma reação, diferente elas ou não.
Em meio as sensações e manifestações por algum tipo de sentimento, sendo demonstradas de maneiras boas ou ruins... Eu passo a me responsabilizar por todas. Sou eu, as quem faço e as quem crio, todas juntas num só compaço...
Encaixo frases e palavras nos lugares certos e tudo se enfeita.
Tudo pode acontecer, aos olhos de quem vê...
Pés do chão...
Alías eu opto ser da maneira que sou, sem tirar nem por...
Sem qualquer semelhança que me faça lembrar o casual, assim sigo meus próprios atalhos.
Girando em torno de algum sentindo, gerando e fazendo acontecer por meio de alguma ficção ou realidade, tudo que escrevo me fascina, me faz existir, me ganha em orgulho...

Carol Terto

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